domingo, 16 de março de 2008

Mokiti Okada

Mokiti Okada nasceu no Japão, no bairro de Hashiba, extremo leste de Tóquio, em 23 de dezembro de 1882. Faleceu em 10 de fevereiro de 1955, deixando prontas as bases para a construção de um mundo espiritual e materialmente evoluído, denominado por ele "Paraíso Terrestre", expressão que significa a concretização do mundo ideal. Um mundo onde o pensamento, as palavras e as ações do ser humano se fundamentam na Verdade da Lei da Natureza, ou seja, no Grande Ordenamento Jurídico Universal, que submete, regula e harmoniza toda a Criação.

Ele realizou estudos sobre diversas áreas do conhecimento humano, como política, medicina, educação, filosofia, economia, entre outras, mas, sobretudo, dedicou-se ao estudo da religião, das artes e da agricultura, apresentando propostas viáveis para um desenvolvimento social integrado.

Incentivou a prática do altruísmo e a apreciação do Belo, como formas para a elevação da sensibilidade e a aplicação de um método agrícola sustentável, que preserva o meio ambiente e promove a saúde de produtores e consumidores, oferecendo alimentos puros e saborosos.

Toda sua filosofia foi estabelecida com base nas Leis da Natureza, alicerçada nos princípios da Verdade, Bem e Belo. Embora tenha sido escrita nas décadas de 30 a 50 do século passado, parece ter sido feita para os dias atuais, pela sua perfeita aplicabilidade na vida cotidiana do homem contemporâneo.

Mokiti Okada faleceu em 1955, deixando para a humanidade três grandes obras como protótipos do mundo ideal nas cidades de Hakone, Atami e Kyoto, Japão, e dois museus de arte (nas cidades de Atami e Hakone), conceituados internacionalmente, e ainda, dos arranjos florais que ele mesmo fazia, nasceu o estilo Ikebana Sanguetsu, divulgado pela Fundação que leva o nome de seu patrono.

Fonte: www.fmo.org.br

Foto do Dia

Mokiti Okada: o Meishu-Sama da Igreja Messiânica Mundial

sexta-feira, 14 de março de 2008

Foto do Dia

Solo Sagrado da Igreja Messiânica em São Paulo

Unidades da Igreja Messiânica


Unidade Maracanã:
Rua Felipe Camarão, nº 158 - Maracanã
Tel.: (021) 2571-7735
Unidade Tijuca:
Rua Itacuruçá, nº 74 - Tijuca
Tel.: 2288-9574

O que é a Igreja Messiânica Mundial

A Igreja Messiânica Mundial tem por finalidade construir o Paraíso Terrestre, criando e difundindo uma civilizaçãoreligiosa que se desenvolva lado a lado com o progresso material.

Não há dúvida de que "Paraíso Terrestre" é uma expressão que se refere ao mundo ideal, onde não existe doença, pobreza nem conflito. O "Mundo de Miroku", anunciado por Buda, a chegada do "Reino dos Céus", profetizada por Cristo, a "Agricultura Justa", proclamada por Nitiren, e o "Pavilhão da Doçura", idealizado pela Igreja Tenrikyo, tem o mesmo significado. A diferença é de que não se fez indicação de tempo. Mas eu cheguei à conclusão de que o momento se aproxima. E o que significa isto? É a hora da "Destruição da Lei", prevista por Buda, e do "Fim do Mundo" ou "Juízo Final", profetizado por Cristo.

Seria uma felicidade se o Paraíso Terrestre pudesse ser estabelecido sem que isso afetasse o homem. Antes, porém, é indispensável destruir o velho mundo a que pertencemos. Para a construção do novo edifício, faz-se necessária a demolição do prédio velho e a limpeza do terreno. Deus poupará o que for aproveitável - e a seleção será feita por Ele. Eis a razão pela qual é importante que o homem se torne útil para o mundo vindouro.

Ultrapassar a grande fase de transição significa ser aprovado no exame divino, e a Fé é o único caminho para obtermos aprovação. As qualificações para ultrapassar essa fase são as seguintes:

a) Tornar-se um homem verdadeiramente sadio, e não apenas na aparência;

b) Um homem que se libertou do sofrimento da pobreza;

c) Um homem que ama a paz e detesta o conflito.

Deus resguardará aqueles que tiverem essas três grandes qualificações e deles se utilizará, como entes preciosos, no mundo que vai surgir. Certamente não há discordância entre os desígnios de Deus e os ideais do ser humano. Portanto, haverá um caminho que permita estabelecer as condições requeridas. Mas como poderemos obtê-las?

Nossa Igreja tem por objetivo orientar as pessoas e transmitir-lhes a Graça Divina, possibilitando-lhes criar tais condições.

Fonte: www.messianica.org.br

segunda-feira, 10 de março de 2008

Forum

Amados alunos ...

... o endereço de nosso Forum é:
www.heresiologiaIII.forumeiros.com

Entrem e postem suas idéias e debates.

domingo, 9 de março de 2008

Símbolos Egípcios - Ankh


Ankh é um antigo símbolo egípcio da vida. Também é conhecido como Cruz Ansata, Chave da Vida, Chave do Nilo.
As barras horizontal e vertical representam a energia feminina e masculina, respectivamente. Esta combinação dos símbolos de macho e fêmea (a cruz e círculo) no ankh sugerem fertilidade e poder criativo. O laço também simboliza o sol no horizonte, e sugere reencarnação e renascimento.
O ankh aparece freqüentemente nos escritos egípcios sobre renascimento, e este simbolismo foi aprovado por cristãos coptas, especialmente por seitas gnósticas, para simbolizar a ressurreição de Cristo. O ankh surgiu primeiro do que a forma de cruz "latina".
O ankh também tem significado no ritual de magia, Wicca e tradições neopagãs, como um símbolo da imortalidade.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Veremos agora quais deuses fazem parte do panteão egípcio:

AMMUT

Ammut é o estruidor das almas dos ímpios.

Sua aparência é de cabeça de crocodilo, juba e patas dianteiras de leão e patas traseiras de hipopótamo.


AMON

É o rei dos deuses. O senhor dos templos de Luxor e Karnak.

Tem por esposa Mut e por filho Khonsu. Sua personalidade formou-se por volta de 2.000 a.C. e traz algumas funções de Rá: sob o nome de Amon-Rá, ele é o sol que dá vida ao país.

À época de Ramsés III, Amon tornou-se um monárquico, mesmo título que Ptah e Rá.

Frequentemente representado como um homem vestido com a túnica real e usando na cabeça duas altas plumas do lado direito, ele se manifesta, igualmente, sob a forma de um carneiro e, mais raramente, de um ganso.


ANÚBIS

Anúbis é o mestre dos cemitérios e deus da mumificação. É mesmo o primeiro entre eles, a quem se deve o protótipo das múmias: a de Osíris. Todo egípcio espera beneficiar-se em sua morte do mesmo tratamento e do mesmo renascimento desta primeira múmia.

Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cachorro deitado em uma capela ou caixão. É representado como homem com cabeça de chacal ou forma de um chacal ou na forma de um cachorro selvagem. Esse animal que frequenta as necrópoles lhe é associado.

Neftis é sua mãe e Seth seu pai.


APIS

Boi com marcas na pele e disco solar entre os chifres, ou cabeça de boi.

Ligado a Ptah.

Sua sepultura está em Sakkara.


ANUKIS

Coroa branca ladeada de dois chifres de gazela usada pela deusa Satis.


ATUM

Em Heliópolis, ele é o pai e o rei de todos os deuses, o criador do universo que, por sua vontade, extraiu-se do caos inicial.

Depois, escarrando, soprando ou se masturbando, deu nascimento ao primeiro casal divino: Chu e Tefnut.

Atum é mais frequentemente representado como um rei vestido de uma tanga e mais raramente com o aspecto de uma serpente, usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito.
Tem a forma de um disco cujos raios terminam em formas de mãos, cada uma das quais é titular de um ankh, para simbolizar que o sol dá vida.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Os Deuses Egípcios

Os deuses pagãos tem muito em comum com os homens: podem nascer, envelhecer, morrer: possuem um corpo que deve ser alimentado, um nome, sentimentos. No entanto, estes aspectos muito humanos escondem uma natureza excepcional: seu corpo, composto de matérias preciosas, é dotado de um poder de transformação, suas lágrimas podem dar nascimento a seres ou minerais. Os poderes dos deuses são sempre comparados a alguma propriedade dos elementos da natureza ou dos animais, o que dá lugar à representações híbridas às vezes espantosas.
Para representar os deuses, todas as combinações são possíveis: divindades totalmente humanas, deuses inteiramente animais, com corpo de homem e cabeça de animal, com o animal inteiro no lugar da cabeça (o escaravelho, por exemplo) ou com cabeça humana. A esfinge, imagem do deus-sol e do rei, é um leão com cabeça humana. Há animais comuns a muitas divindades (o falcão, o abutre, a leoa) e outros que são característicos de apenas uma (ibis de Thot, o escaravelho de Khepri).
Os egípcios mumificavam e enterravam seus animais doméstico. Sobretudo em uma data relativamente tardia, no decorrer do 1º milênio a.C. os egípcios sacrificavam animais para mumificá-los e amontoá-los aos milhares em cemitérios especiais. São, provavelmente, ex-votos que os devotos compraram dos sacerdotes para oferecer a seu deus seu animal preferido.
O culto dos touros sagrados é muito mais antigo: um animal único torna-se uma manifestação terrestre do deus. Ele tem direito a um enterro com grandes pompas.
Qual seu ponto de vista sobre os deuses egípcios? Como surgiram os deuses egípcios? Eles foram revelados aos homens ou criados por eles?